"Aqui
é minha verdadeira casa"
Eu, Maria, 86 anos e três meses.
Sou muito feliz. Vivo em uma Casa de Repouso maravilhosa, há
5 anos. Tenho meu tempo todo ocupado. Todas as manhãs
tenho fisioterapia em grupo e se preciso tenho individual. E
duas vezes por semana tenho musicoterapia, é uma farra.
As terças, quintas, sábados e domingos temos várias
visitas, não tenho tempo para pensar besteira. Por isso
sou muito feliz.
Recebo o jornal todas as manhãs, assim acabo sabendo
de todas as notícias. Imagina se estivesse vivendo em
um apartamento, com apenas os empregados!
Já pensou como seria hoje?
Não faria nada, ficaria sentada assistindo TV o tempo
todo, sem nenhum diálogo, muitas vezes até maltratada
sem atenção alguma. Por isso pedi ao meu filho
que me levasse para conhecer uma casa de repouso. Começamos
a procurar, tive grandes decepções, encontrei
coisas horríveis, um submundo da terceira idade. Até
que, tive a felicidade de encontrar uma amiga, que já
morava em uma Casa de Repouso. Fui visitá-la e fiquei
encantada com a estrutura da casa. Uma casa ampla, com jardim,
plantas, hortas e com excelentes acomodações.
Logo que mostrei o interesse, D. Marlene (Proprietária),
com muita atenção, nos guiou para uma visita.
Hoje, após 5 anos no meu novo lar, me considero uma pessoa
privilegiada.
Tenho médico, enfermeira e toda estrutura que preciso
para ter uma velhice FELIZ.
"Aqui
eu vivo feliz"
Cheguei
nesta casa de repouso há 7 anos em razão de um
AVC. Nesta época residia em Praia Grande e tinha ótima
saúde. Por uma fatalidade tive o derrame, aí começaram
os meus problemas. Foi então que meu filho saiu em busca
de uma casa de repouso para auxiliar na minha recuperação,
pois estava totalmente dependente. Ele visitou várias
casas, todas muito mal cuidadas. Foi então que indicaram
a Casa de Repouso Pôr do Sol. Ele gostou muito
e me trouxe para passar 30 dias. Durante este tempo tive tratamento
intensivo com uma equipe maravilhosa de médicos, fisioterapeutas,
nutricionistas e musicoterapeutas. Já se passaram 7 anos.
Moro aqui com várias amigas e não quis mais voltar
para casa.
Maria
Claudete, 84 anos.